A moda da comida rápida e pronta veio para ficar. As lanchonetes, os “por quilo”, os rodízios de massa e de carne se espalham por toda a parte atendendo uma clientela cada vez maior e cada vez com menos tempo para esperar por um prato “a la carte”. O ritual do comer, que envolvia um tempo de relaxamento, de descanso ao sentar e esperar pela comida, cedeu lugar à pressa, o sentar-se cedeu ao comer em pé, andando ou dirigindo. É o sinal dos tempos. Vida moderna caracterizada pela azia, gastrite e úlceras do comer atabalhoado.
Outro problema dos tempos modernos é a massificação dos temperos e sabores. Há multinacionais fazendo comida para ser esquentada por cozinheiros e chefs, com molho pronto e sabor igual para todos. O toque pessoal, a criatividade, o tempero, o paladar refinado, vai cedendo espaço para os paladares acostumados ao “pret-a-porter” da comida. Muda-se de restaurante, muda-se o nome do prato, mas o sabor é o mesmo em toda parte. Cada vez fica mais difícil a individualidade, o gosto pessoal. Alfaiates, costureiras, cozinheiros, doceiros, sapateiros, são profissões que estão a se extinguir pela inércia geriátrica. Morrem os velhos e não há gente nova para substituí-los.
Este tipo de comportamento massivo e massificante também tem chegado às igrejas. Tenho estado em contato com muitas igrejas em função de convites para pregar e dar palestras. Nos últimos tempos, por ter tido folga nos finais de semana, estive visitando várias igrejas de Campinas. Há em todas elas uma incrível similaridade na forma de conduzir a liturgia e em apresentar suas mensagens. Para quem se acostumou a liturgias bem feitas, estruturadas, com forte base teológica e unidade, ir a um culto pret-a-porter é algo nada edificante. Houve um empobrecimento das liturgias.
Aquilo que se construiu ao longo da história da igreja, os hinos, as litânias, as doxologias, as leituras responsais, cederam espaço a três momentos bem marcados: o louvor, os anúncios e a mensagem. O período de louvor é o tempo do barulho, da excitação, da empolgação. Há uma abundância de letras de adoração, mas faltam os cânticos dedicados ao arrependimento, à confissão, à consagração, à instrução. A moderna corinhologia tem se caracterizado pela abundância de cânticos que repetem jargões, lugares comuns e carecem de reflexão teológica.
Um estudo que serviu de tese de mestrado de um colega, mostrou que o hinário de uma das maiores igrejas evangélicas de Campinas não cobria a temática teológica existente no Credo Apostólico, mas havia profusão de cânticos de vitória e de adoração e muitos deles contrariavam a teologia pregada pela sua denominação.
As pregações são algo de se lamentar. Talvez tenha sido a coisa que mais empobreceu. Os sermões expositivos cederam lugar aos temáticos, onde é mais fácil o pregador dizer o que quer. E não são poucos os púlpitos onde se usa o texto por pretexto e não se tem sermão, mas arenga. O estudo cedeu lugar ao testemunho, a reflexão à empolgação, a instrução à confusão, a edificação à quantificação. A igreja é hoje avaliada pela sua platéia e não pela fidelidade a Deus e à Palavra.
Temos McCultos. Tudo pronto, embrulhado, ao gosto do freguês, digo, fiel. E fidelidade dos membros se mede pelas ofertas que faz. O McCulto é tanto mais abençoado quanto maior for o faturamento do dia.
Por: Marcos Inhauser
Retirado do Púlpito Cristão
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Desabafo - "manipulação em massa "
Esta é uma descrição do que tenho vivido durante já alguns anos inserido na Visão Celular no Modelo dos 12. É bom relatar que quando se trata no caso de doutrina e fé focalizada de forma errada as pessoas podem perder a razão e seu pensamento crítico, portanto deixo meu protesto contra qualquer forma de manipulação em massa seja na igreja ou na mídia de uma forma geral.
A Visão Celular em sí tem uma proposta muito bonita, pois segue os princípios da igreja primitiva de Atos, onde buscava criar verdadeiramente o corpo de cristo, havia princípios de ensinamentos e submissão entre líder e discípulo. No entanto muito mais que dinheiro gerou-se uma luta desenfreada por Poder onde princípios são invertidos a igreja que deveria ser a casa de Deus virou “A Empresa do Reino de Deus”. Onde Apóstolos afirmam que a igreja é uma empresa, mas o lucro são as vida$ salvas.
A Política e a Malícia entrou na igreja, conflitos de poder e falsidade. Quando se entra pela primeira vez na igreja é recebido com sorrisos e orações, depois é inserido no ganhar, consolidar, discipular e enviar… que esta mais relacionado com escravidão do que qualquer outra coisa.
E como o formato de toda empresa as pessoas querem subir de cargo, para isso queimam umas as outras e pisam umas nas outras, competem para ver quem é mais santo ou segue mais os princípios de Deus. Gerando uma espécie de seleção natural onde é pregado que somos imagem e semelhança de Deus mas no entanto se torna um monte de macacos brigando pela banana. As pessoas se tornam cegas e acatam todas as coisas que os líderes mandam e sem perceberem acabam como zumbis em busca de “Honra”. Encantados e doutrinados pelo carisma do Apóstolo. Os lideres bajulam os discípulos que são mais prósperos e os que estão ganhando mais vidas. Muitos trabalham como pastores em células e não ganham um centavo pois o dinheiro vai todo para tesouraria da igreja.
Para terminar este é um desabafo de uma pessoa que vivenciou tudo isso, estamos na igreja para falarmos de Deus e não para ganharmos poder ou um cargo na igreja. Um conselho para quem leu é que mesmo seguindo os preceitos de Deus que esta na bíblia jamais perca o seu pensamento crítico, não se deixe manipular por tolos que dizem ser instrumento de Deus, que na verdade são lobos. Não se deixe ser tratado como um animal com cabrestos, mas tenha visão aberta.
Enviado por email por um leitor anônimo.
A Visão Celular em sí tem uma proposta muito bonita, pois segue os princípios da igreja primitiva de Atos, onde buscava criar verdadeiramente o corpo de cristo, havia princípios de ensinamentos e submissão entre líder e discípulo. No entanto muito mais que dinheiro gerou-se uma luta desenfreada por Poder onde princípios são invertidos a igreja que deveria ser a casa de Deus virou “A Empresa do Reino de Deus”. Onde Apóstolos afirmam que a igreja é uma empresa, mas o lucro são as vida$ salvas.
A Política e a Malícia entrou na igreja, conflitos de poder e falsidade. Quando se entra pela primeira vez na igreja é recebido com sorrisos e orações, depois é inserido no ganhar, consolidar, discipular e enviar… que esta mais relacionado com escravidão do que qualquer outra coisa.
E como o formato de toda empresa as pessoas querem subir de cargo, para isso queimam umas as outras e pisam umas nas outras, competem para ver quem é mais santo ou segue mais os princípios de Deus. Gerando uma espécie de seleção natural onde é pregado que somos imagem e semelhança de Deus mas no entanto se torna um monte de macacos brigando pela banana. As pessoas se tornam cegas e acatam todas as coisas que os líderes mandam e sem perceberem acabam como zumbis em busca de “Honra”. Encantados e doutrinados pelo carisma do Apóstolo. Os lideres bajulam os discípulos que são mais prósperos e os que estão ganhando mais vidas. Muitos trabalham como pastores em células e não ganham um centavo pois o dinheiro vai todo para tesouraria da igreja.
Para terminar este é um desabafo de uma pessoa que vivenciou tudo isso, estamos na igreja para falarmos de Deus e não para ganharmos poder ou um cargo na igreja. Um conselho para quem leu é que mesmo seguindo os preceitos de Deus que esta na bíblia jamais perca o seu pensamento crítico, não se deixe manipular por tolos que dizem ser instrumento de Deus, que na verdade são lobos. Não se deixe ser tratado como um animal com cabrestos, mas tenha visão aberta.
Enviado por email por um leitor anônimo.
Mercantilismo santo
João 12.35-43
Este texto nasceu da necessidade que sinto no meio da igreja de Cristo, de que se pregue o verdadeiro evangelho, de forma humilde e clara, deixando que a conversão do pecador seja um ato exclusivo do Espírito Santo.Vivemos em dias que o Evangelho é apenas apresentado, por muitas vezes, como um produto, em prateleiras de destaque, para que o maior número possível de pessoas o “comprem”.
Pregadores usam de técnicas persuasivas para “convencer” pessoas a “aceitarem a Jesus”. Isto vem causando muitos transtornos no meio da igreja de Cristo. (Jo 7.18)Em primeiro lugar, estão as emoções falsas. Quero deixar claro que não sou contra emoção na pregação, e sim contra o emocionalismo. Não sou contra a persuasão fervorosa, movida pelo Espírito Santo, e sim contra as técnicas persuasivas, movidas por mentes humanas, que levam um homem a mudar de opinião (Rm 1.18). Paulo chorava, quando exortava. Uma atitude magnífica! Sobre isso, diz John White: “Que haja lágrimas e não os que ‘arrancam lágrimas’; que haja persuasão e não técnicas persuasivas. Porém, na pregação, prefiro mais um pregador que chora e uma congregação de olhos enxutos do que o contrário!” É bem verdade que no meio destes persuadidos, pode haver um escolhido de Deus sendo degenerado, mas estou certo de que a maioria absoluta desses casos resulta em uma “lavagem cerebral” evangelística (Rm 1.25). Não quero com isso dizer que devemos deixar de lado as conversões, ou ficarmos isentos de preocupação com a falta delas. Devemos sim, nos preocupar, mas é necessário que tais conversões sejam genuínas (Ef 4.17).
Em segundo lugar, há um grande perigo nessas ‘manipulações psicológicas”. São as conversões abortivas. É, de certa forma, comum hoje vermos várias pessoas “aceitando a Jesus” e pouco tempo depois apostatando da fé. A culpa dessa reação final é de quem? Para analisarmos essa questão, é necessário responder primeiro a outra pergunta. Teria sido esta conversão genuína? É comum transferirmos a responsabilidade por essas “apostasias” a um ato demoníaco, que fez com que a pessoa “deixasse” o caminho da verdade. Mas não seria possível que tal conversão nunca tenha realmente acontecido? Existe diferença entre as alterações emocionais de uma conversão espiritual, gerada pela aço de Deus, e uma “conversão” puramente psicológica, resultado de um técnica empregada. White relata que os chineses comunistas empregavam estas técnicas, que chamaram de “doutrinamento”. Eles organizavam grandes concentrações com testemunhos pessoais, coros, oradores “dinâmicos”, apelos e obreiros pessoais, induzindo o povo ao que eles queriam. Devemos primar pelo evangelho simples, que convence pela ação do Espírito Santo o pecador de seu pecado, em detrimento dos “modismo” no meio da igreja. (Ef 4.25)
Em terceiro lugar, falo dos “benefícios” desse “produto”. Sabemos que o elemento principal do mundo, hoje, não é o astronauta com suas possíveis viagens interplanetárias, nem o cientista, com suas descobertas; e sim o vendedor, que com técnicas, convence o “cliente” de que seu produto é exatamente o que a pessoa precisa. O fato é que muitos dos “clientes” se vêem enganados no final. Pregadores apresentam os “benefícios” do evangelho, tais como: as bênçãos de Deus, a prosperidade, a cura de doenças, uma vida sem problemas, uma vida de total vitória material sobre os ímpios, etc. Através de “campanhas” e de “alavancas de fé”, muitos são levados a crer num evangelho materialista (II Tm 4.4). Com isso, tais pessoas “amam mais a aprovação dos homens, do que a de Deus” (Jo 12.43)
Urge o mundo de um avivamento genuíno do Evangelho de Cristo, aniquilando estas distorções e enfatizando a obra remidora do Senhor Jesus e a exclusividade no convencimento do pecado por parte do Espírito Santo. Recrudesçamos nosso clamor a Deus, então, por este avivamento.Aos meus possíveis acusadores, faço minha as palavras do Apóstolo Paulo em Gálatas 4.16: “Tornei-me acaso vosso inimigo, porque vos disse a verdade?” E a todos vocês que ouvem esta palavra, “antes, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo”. (Efésios 4:15)
Fonte: http://www.ejesus.com.br/
Este texto nasceu da necessidade que sinto no meio da igreja de Cristo, de que se pregue o verdadeiro evangelho, de forma humilde e clara, deixando que a conversão do pecador seja um ato exclusivo do Espírito Santo.Vivemos em dias que o Evangelho é apenas apresentado, por muitas vezes, como um produto, em prateleiras de destaque, para que o maior número possível de pessoas o “comprem”.
Pregadores usam de técnicas persuasivas para “convencer” pessoas a “aceitarem a Jesus”. Isto vem causando muitos transtornos no meio da igreja de Cristo. (Jo 7.18)Em primeiro lugar, estão as emoções falsas. Quero deixar claro que não sou contra emoção na pregação, e sim contra o emocionalismo. Não sou contra a persuasão fervorosa, movida pelo Espírito Santo, e sim contra as técnicas persuasivas, movidas por mentes humanas, que levam um homem a mudar de opinião (Rm 1.18). Paulo chorava, quando exortava. Uma atitude magnífica! Sobre isso, diz John White: “Que haja lágrimas e não os que ‘arrancam lágrimas’; que haja persuasão e não técnicas persuasivas. Porém, na pregação, prefiro mais um pregador que chora e uma congregação de olhos enxutos do que o contrário!” É bem verdade que no meio destes persuadidos, pode haver um escolhido de Deus sendo degenerado, mas estou certo de que a maioria absoluta desses casos resulta em uma “lavagem cerebral” evangelística (Rm 1.25). Não quero com isso dizer que devemos deixar de lado as conversões, ou ficarmos isentos de preocupação com a falta delas. Devemos sim, nos preocupar, mas é necessário que tais conversões sejam genuínas (Ef 4.17).
Em segundo lugar, há um grande perigo nessas ‘manipulações psicológicas”. São as conversões abortivas. É, de certa forma, comum hoje vermos várias pessoas “aceitando a Jesus” e pouco tempo depois apostatando da fé. A culpa dessa reação final é de quem? Para analisarmos essa questão, é necessário responder primeiro a outra pergunta. Teria sido esta conversão genuína? É comum transferirmos a responsabilidade por essas “apostasias” a um ato demoníaco, que fez com que a pessoa “deixasse” o caminho da verdade. Mas não seria possível que tal conversão nunca tenha realmente acontecido? Existe diferença entre as alterações emocionais de uma conversão espiritual, gerada pela aço de Deus, e uma “conversão” puramente psicológica, resultado de um técnica empregada. White relata que os chineses comunistas empregavam estas técnicas, que chamaram de “doutrinamento”. Eles organizavam grandes concentrações com testemunhos pessoais, coros, oradores “dinâmicos”, apelos e obreiros pessoais, induzindo o povo ao que eles queriam. Devemos primar pelo evangelho simples, que convence pela ação do Espírito Santo o pecador de seu pecado, em detrimento dos “modismo” no meio da igreja. (Ef 4.25)
Em terceiro lugar, falo dos “benefícios” desse “produto”. Sabemos que o elemento principal do mundo, hoje, não é o astronauta com suas possíveis viagens interplanetárias, nem o cientista, com suas descobertas; e sim o vendedor, que com técnicas, convence o “cliente” de que seu produto é exatamente o que a pessoa precisa. O fato é que muitos dos “clientes” se vêem enganados no final. Pregadores apresentam os “benefícios” do evangelho, tais como: as bênçãos de Deus, a prosperidade, a cura de doenças, uma vida sem problemas, uma vida de total vitória material sobre os ímpios, etc. Através de “campanhas” e de “alavancas de fé”, muitos são levados a crer num evangelho materialista (II Tm 4.4). Com isso, tais pessoas “amam mais a aprovação dos homens, do que a de Deus” (Jo 12.43)
Urge o mundo de um avivamento genuíno do Evangelho de Cristo, aniquilando estas distorções e enfatizando a obra remidora do Senhor Jesus e a exclusividade no convencimento do pecado por parte do Espírito Santo. Recrudesçamos nosso clamor a Deus, então, por este avivamento.Aos meus possíveis acusadores, faço minha as palavras do Apóstolo Paulo em Gálatas 4.16: “Tornei-me acaso vosso inimigo, porque vos disse a verdade?” E a todos vocês que ouvem esta palavra, “antes, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo”. (Efésios 4:15)
Fonte: http://www.ejesus.com.br/
Adoradores de Pastores

São verdadeiros idólatras camuflados dentro das igrejas
Estão em volta de homens falhos adorando-os como deuses
Não se cansam de vangloriá-los crendo estar agradando a Deus
Vivem a construir pequenos altares para seus pastores
Obedecem a esses homens antes mesmo de obedecer ao Deus Todo Poderoso
São verdadeiros analfabetos bíblicos
Conhecem mais da vida de seus pastores do que da Palavra de Deus
Ao invés de olhar para o alvo que é Cristo, olham para seus pastores
Se esses pastores caírem certamente correrão o risco de caírem também
Quando esses mudarem de igreja irão com eles, sem dúvida
São verdadeiros lobos em pele de ovelha
Por desprezarem a Palavra de Deus
Por darem ouvidos ao deus deste século
Por negligenciarem a Verdade
Por assumirem o risco do engano….
Cada um dará contas de sim mesmo
A Bíblia está aí para todo aquele que se diz cristão conhecê-la
O tempo da escuridão já passou e o véu se rasgou
Hoje temos livre acesso…
Pense e reflita….
Fonte: Libertos do Opressor
domingo, 29 de maio de 2011
O FUTURO DA FAMILIA
O FUTURO DA FAMILIA
Nossa sociedade é marcada pela licenciosidade e pelo descompromisso com os valores cristãos. O mundo contemporâneo está mergulhado em profunda imoralidade. A psicóloga Margarida Félix afirmou que "a civilização do orgasmo que se nos impõem por todos os lados é falsa, anti-humana, geradora de mortes, doenças, infelicidades e frustrações. Ela é imposta para atender as ganas de poder e lucro de grupos bem ocultos e poderosíssimos." (Ultimato, nº 280, pág. 20). É lamentável que pessoas inescrupulosas queiram auferir lucros às custas da perda de valores da família.
Como a Igreja reagirá para proteger a família cristã? De que forma as famílias podem se precaver para enfrentarem e serem vencedoras deste mundo? Vamos verificar estes desafios da família cristã moderna e buscar um crescimento espiritual condigno.
Perfil da família do futuro
As mudanças sociais implementadas nos últimos anos apontam para novas realidades da família do futuro. Com certeza a família de amanhã não será mais a mesma. Ela evidenciará novos jeitos de ser e novos formatos que são fruto destes tempos apressados em que vivemos.
a) Na família do futuro o tempo de convivência será cada vez mais curto - Seguindo-se esta tendência encontrada hoje nas famílias, onde a correria e a superficialidade são marcas muito fortes, vislumbramos uma vida familiar futura em que não haverá muito mais tempo para a convivência. Cada membro da família terá sido de tal forma absorvido pelo mundo presente com seus envolvimentos e suas cobranças, e privilegiará de tal maneira estas investidas de fora, que sobrará pouco tempo para convivência com os demais integrantes da família. Nesta linha de atuação, perceber-se a opção pelas situações mais imediatas da vida, que facilitam a sobrevivência física: emprego, salário, educação, relacionamentos sociais. Mas esta troca do importante pelo urgente é altamente nociva, pois geradora de instabilidades emocionais que só se satisfazem por meio de sentimentos que apenas a família pode oferecer de forma correta: amor, companheirismo, proteção, carinho, espiritualidade.
b) Na família do futuro o número de filhos será cada vez menor - Por conta da pressa do mundo atual e futuro, e, em função de um certo egoísmo que se instalou numa sociedade que perdeu o referencial da paternidade e da maternidade, "filho" passou a ser sinônimo de trabalho, atrapalho, prejuízo, "dor de cabeça". Assim sendo, as famílias optarão por ter apenas um filho e, em muitos casos, nenhum, pois estarão voltadas mais para o casal, sua relação, seu trabalho, seu prazer. Esta visão errônea do que representa um filho na vida de um casal, será mais um elemento diabólico a fomentar relacionamentos superficiais e descartáveis, provocando separações e uma sociedade estéril de valores e princípios cristãos. Obviamente, quem abrir mão de filhos, por conta dos possíveis desgastes pessoais que eles possam trazer, também está abrindo mão de uma das maiores bênçãos dotadas ao ser humano por Deus que é a de acalentar no filho o sonho da esperança e da continuidade. Fazer dele, o objeto de todo amor e carinho, de todos os sonhos e ideais mais nobres que se possa ter neste mundo. Ou seja, famílias sem filhos são incubadoras de desastres emocionais e mentais. As frustrações vêm mais tarde, quando o tempo, inexorável tempo, não mais pode ser recuperado.
c) Na família do futuro a espiritualidade será servida à conta-gotas - Se já está difícil a vivência da espiritualidade no lar hoje, em função de todas as pressões internas e externas que provocam o seu afastamento, na família do futuro tal dificuldade será sobremodo elevada. Como os efeitos da prática da espiritualidade não são tangíveis, como o mundo materialista e consumista quer suas atuações, a prática de uma vida piedosa no lar, vai sendo esquecida, adiada sine die, e quando menos se percebe, está totalmente abolida da vida cotidiana. O mundo contemporâneo quer o lucro, o progresso. Quer mensurar com cifras, estoques, resultados, os efeitos de seu trabalho. A espiritualidade é perfeitamente perceptível, mas de forma discreta, muitas vezes insinuante, nos gestos, nas palavras, nas orações. O frenesi do mundo moderno provoca o agito e a perturbação e muitos se deixam levar por esta onda. Menos culto doméstico, menos leitura bíblica, menos oração, menos amor e menos comunhão. Os membros da família do futuro não encontrarão tempo para a espiritualidade e utilizarão do recurso da aplicação tópica de gotas de espiritualidade para apenas sobreviver.
Vencendo o mundo com as armas da fé
Poderíamos falar sobre muitas outras tendências que, infelizmente, demarcam a família do futuro; mas, a grande questão que se nos apresenta, é: Será que tem que ser assim? Estamos fadados a experimentar o fracasso da família? É claro que podemos reagir. Quando analisamos a família nestes estudos, procuramos mostrar uma tendência perceptível na sociedade secularizada, que de maneira mais atuante do que desejaríamos afeta a família cristã, mas que não precisa ser assimilada de forma passiva, sem qualquer esboço de reação.
Embora a família, no contexto que chamamos de mundano, tenderá, cada vez mais, a se afastar do propósito original do Criador; o povo de Deus deve reagir vivendo um padrão familiar digno, honesto, puro; com respeito, amor, carinho e compreensão; e dar a resposta que o mundo precisa ouvir: É possível a família! Este é um empreendimento divino que permanecerá. Que respostas da fé podemos dar a todas as investidas de Satanás para destruir a família?
a) Crendo que o Senhor é quem dá sustentação à família - Como disse Salomão: "Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam" (Sl 127.1). A família deve ter cuidado com as armadilhas destes dias em que vivemos, que procuram lhe roubar o tempo da espiritualidade, da comunhão, da piedade cristã e da devoção. Reagir contra estas tendências é criar possibilidade de deixar um legado de fé para as gerações vindouras e é isto que Deus espera de nós (Sl 78.5-7). A dependência de Deus deve ser buscada continuamente e isso se dá de forma prática no cotidiano da vida.
b) Reconhecendo que filhos são bênçãos de Deus - O crente precisa ter a visão de que filhos são bênçãos e não maldição. Lamentavelmente, pela forma com que muitos pais se relacionam com seus filhos, percebe-se uma grande insatisfação no cumprimento deste papel social. Percebe-se que está sendo pesado, desgastante, difícil de suportar. Se isto estiver ocorrendo com você, busque forças em Deus e supere. Marido e mulher devem ser parceiros na criação de filhos. Ambos devem se apoiar mutuamente para que haja harmonia. Lembre-se do que a Palavra de Deus diz: "Os filhos são herança do Senhor" (Sl 127.3). Em função disto, a recomendação que se segue é para se ter muitos filhos (Sl 127.5). Talvez o mundo moderno, tais as injunções sócio-econômicas, não permita isto; mas saiba que todos os filhos que você tiver, próprios ou adotivos, com fé e dependência de Deus, serão formados para abençoar o mundo.
c) Vivendo uma vida de temor a Deus - Nossa sociedade perdeu o sentido da vida e o seu valor. Com isto, perdeu certos medos. Perdeu o respeito às instituições, perdeu a dignidade. Perdeu até o medo da morte. Vive-se como se pode e arrasta-se por esta vida como dá. Para muitos, Deus já foi descartado há tempos. Mas, para nós cristãos, o valor da vida, segue o padrão do valor que damos a Deus. Daí a necessidade que temos de viver como pessoas "tementes a Deus", ou seja, pessoas que põem no Senhor a sua confiança, que o amam e têm como objetivo de vida agradá-lo, honrá-lo em todos os seus procedimentos. Neste padrão de vida, somos abençoados. E esta é outra arma poderosa para vencer este mundo presente: o temor do Senhor, como nos diz o Salmo 128: "Bem-aventurado aquele que teme ao Senhor e anda nos seus caminhos."
Céu e terra passam, mas a família continua
Alguns pessimistas são pregoeiros de que o futuro da família é a sua desintegração, a nulidade de sua existência, deixando de ter qualquer relevância para a humanidade do amanhã. Este, de fato, seria um mundo sombrio. Mas, enquanto houver um ser vivente temente a Deus na face da terra haverá esperança, inclusive para a família.
Podemos parafrasear Mateus 24.35, e dizer que "o céu e a terra passarão, mas a família jamais passará". Como isso se daria, já que as perspectivas não são das melhores? Como confrontar isto com alguns ensinamentos bíblicos sobre a inexistência de laços familiares no Céu? Interessante que muitos crentes se perguntam se encontrarão os entes queridos no Céu. Querem ter a certeza de que vão reencontrar os seus, nas mansões celestiais.
De fato, Jesus deixou algumas instruções sobre isto. Respondendo a uns saduceus, que não criam na ressurreição dos mortos e vieram até ele para o interrogar sobre de quem seria mulher no céu, uma que havia casado com sete irmãos. Ao que Jesus disse: "Errais, não conhecendo as Escrituras, nem o poder de Deus. Na ressurreição nem casam nem são dados em casamento; serão como os anjos de Deus no céu" (Mt 22.29,30; cf. Lc 20.34,35). Sim, há uma instrução bem clara de que não haverá nenhum tipo de relacionamento sexual ou conjugal no céu.
Além disso, se o céu não é lugar de lágrimas, choro, sofrer, ranger de dentes (Ap 7.17; 21.4). Se a carne e o sangue não herdarão o Reino dos Céus (1Co 15.50), não tem sentido pensar em certas lembranças e certas recordações que possam trazer algum tipo de desgosto. Se houver lugar para recordações terrenas nos céus, será somente para as boas, nunca para algo que venha a trazer sofrimento.
Que família, então, permanecerá? Será a família, maximizada, transformada, restaurada. A família transposta de sua realidade terrenal, para aquela divina, celeste. Conquanto seja prenhe de significados e valores, a família sofre das limitações da materialidade. O seu conceito ainda que belo, profundo; anda desgastado neste mundo, e a família precisa ser redefinida, recriada, em Cristo Jesus. Essa família que é formada em Cristo, que foi resgatada pelo sangue precioso derramado na cruz do Calvário, essa nunca morrerá. Permanece para sempre.
O Apóstolo Paulo desenvolve esta idéia na oração que faz em favor dos efésios: "Por causa disto me ponho de joelhos perante o Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, do qual toda a família nos céus e na terra toma o nome" (Ef 3.14-21). Deus reúne os salvos junto de si e forma uma grande família espiritual. O Apóstolo Pedro sintetiza estas idéias nas seguintes expressões: "geração eleita", "sacerdócio real", "nação santa" e "povo adquirido" (1Pe 2.9). Ainda Paulo, usa as expressões: "família da fé", quando escreve aos gálatas (6.10) e "concidadãos dos santos" e "família de Deus" aos efésios (2.19).
Essa família maior, formado dos salvos, dos redimidos, ela permanece para sempre. Se é assim, podemos e devemos lutar pela salvação de nossos familiares e procurar reproduzir em nosso lar aqui na terra, os valores e as experiências mais prazerosas do pertencer a família de Deus.
Aplicações para a vida
Depois destes estudos intensos sobre a família, peçamos à Deus que, objetivamente, nos ajude a trabalhar para o fortalecimento de nossas famílias. De modo prático, o que podemos fazer para a melhoria da qualidade de vida familiar? Vejamos:
1ª) Esteja mais presente em casa, com seu cônjuge e seus filhos - Invista tempo naquilo que de melhor você tem que é a sua família. Talvez, por conta deste mundo frenético em que vivemos, você tenha se descuidado da atenção que deve devotar para os seus. Dê um tempo em sua correria e pare mais em casa, para ter momentos especiais com os seus familiares.
2ª) Dê mais carinho ao seu cônjuge e a seus filhos - Qual foi a última vez que você deu um beijo espontâneo, gratuito, em seu cônjuge, pais ou filhos? Se suas demonstrações de afeto e carinho estão muito escassas e estéreis, reative seus sentimentos e multiplique incontavelmente essas demonstrações para que todos os seus se sintam amados.
3ª) Leia mais a Bíblia com seu cônjuge e seus filhos - Se você não consegue fazer um programa sistemático de leitura bíblica, seja esporádico, mas sempre que lembrar e estiver com todos em casa, tome da Bíblia e convoque a todos para uma leitura e reflexão. Mostre o valor da Palavra para os seus. Vença todos os inimigos que afastam a leitura bíblica de seu lar.
4ª) Ore mais com e pelo seu cônjuge e seus filhos - Submeta sempre sua família aos pés da cruz. Seja um intercessor constante por sua família. Além disso ore com todos e por todos. Ore, também com cada um. Na sala, no quarto, ao dormir, ao fazer uma refeição. Ore sempre, mesmo que inusitadamente. Mostre para os seus familiares que a fé é sua força para vencer este mundo (1Jo 5.4,5).
Família 13 - O Futuro Da Família, publicado por Josué Ebenézer de Sousa Soares
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quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Mc Culto Feliz
A moda da comida rápida e pronta veio para ficar. As lanchonetes, os “por quilo”, os rodízios de massa e de carne se espalham por toda a parte atendendo uma clientela cada vez maior e cada vez com menos tempo para esperar por um prato “a la carte”. O ritual do comer, que envolvia um tempo de relaxamento, de descanso ao sentar e esperar pela comida, cedeu lugar à pressa, o sentar-se cedeu ao comer em pé, andando ou dirigindo. É o sinal dos tempos. Vida moderna caracterizada pela azia, gastrite e úlceras do comer atabalhoado.
Outro problema dos tempos modernos é a massificação dos temperos e sabores. Há multinacionais fazendo comida para ser esquentada por cozinheiros e chefs, com molho pronto e sabor igual para todos. O toque pessoal, a criatividade, o tempero, o paladar refinado, vai cedendo espaço para os paladares acostumados ao “pret-a-porter” da comida. Muda-se de restaurante, muda-se o nome do prato, mas o sabor é o mesmo em toda parte. Cada vez fica mais difícil a individualidade, o gosto pessoal. Alfaiates, costureiras, cozinheiros, doceiros, sapateiros, são profissões que estão a se extinguir pela inércia geriátrica. Morrem os velhos e não há gente nova para substituí-los.
Este tipo de comportamento massivo e massificante também tem chegado às igrejas. Tenho estado em contato com muitas igrejas em função de convites para pregar e dar palestras. Nos últimos tempos, por ter tido folga nos finais de semana, estive visitando várias igrejas de Campinas. Há em todas elas uma incrível similaridade na forma de conduzir a liturgia e em apresentar suas mensagens. Para quem se acostumou a liturgias bem feitas, estruturadas, com forte base teológica e unidade, ir a um culto pret-a-porter é algo nada edificante. Houve um empobrecimento das liturgias.
Aquilo que se construiu ao longo da história da igreja, os hinos, as litânias, as doxologias, as leituras responsais, cederam espaço a três momentos bem marcados: o louvor, os anúncios e a mensagem. O período de louvor é o tempo do barulho, da excitação, da empolgação. Há uma abundância de letras de adoração, mas faltam os cânticos dedicados ao arrependimento, à confissão, à consagração, à instrução. A moderna corinhologia tem se caracterizado pela abundância de cânticos que repetem jargões, lugares comuns e carecem de reflexão teológica.
Um estudo que serviu de tese de mestrado de um colega, mostrou que o hinário de uma das maiores igrejas evangélicas de Campinas não cobria a temática teológica existente no Credo Apostólico, mas havia profusão de cânticos de vitória e de adoração e muitos deles contrariavam a teologia pregada pela sua denominação.
As pregações são algo de se lamentar. Talvez tenha sido a coisa que mais empobreceu. Os sermões expositivos cederam lugar aos temáticos, onde é mais fácil o pregador dizer o que quer. E não são poucos os púlpitos onde se usa o texto por pretexto e não se tem sermão, mas arenga. O estudo cedeu lugar ao testemunho, a reflexão à empolgação, a instrução à confusão, a edificação à quantificação. A igreja é hoje avaliada pela sua platéia e não pela fidelidade a Deus e à Palavra.
Temos McCultos. Tudo pronto, embrulhado, ao gosto do freguês, digo, fiel. E fidelidade dos membros se mede pelas ofertas que faz. O McCulto é tanto mais abençoado quanto maior for o faturamento do dia.
Por: Marcos Inhauser
Retirado do Púlpito Cristão
Outro problema dos tempos modernos é a massificação dos temperos e sabores. Há multinacionais fazendo comida para ser esquentada por cozinheiros e chefs, com molho pronto e sabor igual para todos. O toque pessoal, a criatividade, o tempero, o paladar refinado, vai cedendo espaço para os paladares acostumados ao “pret-a-porter” da comida. Muda-se de restaurante, muda-se o nome do prato, mas o sabor é o mesmo em toda parte. Cada vez fica mais difícil a individualidade, o gosto pessoal. Alfaiates, costureiras, cozinheiros, doceiros, sapateiros, são profissões que estão a se extinguir pela inércia geriátrica. Morrem os velhos e não há gente nova para substituí-los.
Este tipo de comportamento massivo e massificante também tem chegado às igrejas. Tenho estado em contato com muitas igrejas em função de convites para pregar e dar palestras. Nos últimos tempos, por ter tido folga nos finais de semana, estive visitando várias igrejas de Campinas. Há em todas elas uma incrível similaridade na forma de conduzir a liturgia e em apresentar suas mensagens. Para quem se acostumou a liturgias bem feitas, estruturadas, com forte base teológica e unidade, ir a um culto pret-a-porter é algo nada edificante. Houve um empobrecimento das liturgias.
Aquilo que se construiu ao longo da história da igreja, os hinos, as litânias, as doxologias, as leituras responsais, cederam espaço a três momentos bem marcados: o louvor, os anúncios e a mensagem. O período de louvor é o tempo do barulho, da excitação, da empolgação. Há uma abundância de letras de adoração, mas faltam os cânticos dedicados ao arrependimento, à confissão, à consagração, à instrução. A moderna corinhologia tem se caracterizado pela abundância de cânticos que repetem jargões, lugares comuns e carecem de reflexão teológica.
Um estudo que serviu de tese de mestrado de um colega, mostrou que o hinário de uma das maiores igrejas evangélicas de Campinas não cobria a temática teológica existente no Credo Apostólico, mas havia profusão de cânticos de vitória e de adoração e muitos deles contrariavam a teologia pregada pela sua denominação.
As pregações são algo de se lamentar. Talvez tenha sido a coisa que mais empobreceu. Os sermões expositivos cederam lugar aos temáticos, onde é mais fácil o pregador dizer o que quer. E não são poucos os púlpitos onde se usa o texto por pretexto e não se tem sermão, mas arenga. O estudo cedeu lugar ao testemunho, a reflexão à empolgação, a instrução à confusão, a edificação à quantificação. A igreja é hoje avaliada pela sua platéia e não pela fidelidade a Deus e à Palavra.
Temos McCultos. Tudo pronto, embrulhado, ao gosto do freguês, digo, fiel. E fidelidade dos membros se mede pelas ofertas que faz. O McCulto é tanto mais abençoado quanto maior for o faturamento do dia.
Por: Marcos Inhauser
Retirado do Púlpito Cristão
Desabafo - "manipulação em massa "
Esta é uma descrição do que tenho vivido durante já alguns anos inserido na Visão Celular no Modelo dos 12. É bom relatar que quando se trata no caso de doutrina e fé focalizada de forma errada as pessoas podem perder a razão e seu pensamento crítico, portanto deixo meu protesto contra qualquer forma de manipulação em massa seja na igreja ou na mídia de uma forma geral.
A Visão Celular em sí tem uma proposta muito bonita, pois segue os princípios da igreja primitiva de Atos, onde buscava criar verdadeiramente o corpo de cristo, havia princípios de ensinamentos e submissão entre líder e discípulo. No entanto muito mais que dinheiro gerou-se uma luta desenfreada por Poder onde princípios são invertidos a igreja que deveria ser a casa de Deus virou “A Empresa do Reino de Deus”. Onde Apóstolos afirmam que a igreja é uma empresa, mas o lucro são as vida$ salvas.
A Política e a Malícia entrou na igreja, conflitos de poder e falsidade. Quando se entra pela primeira vez na igreja é recebido com sorrisos e orações, depois é inserido no ganhar, consolidar, discipular e enviar… que esta mais relacionado com escravidão do que qualquer outra coisa.
E como o formato de toda empresa as pessoas querem subir de cargo, para isso queimam umas as outras e pisam umas nas outras, competem para ver quem é mais santo ou segue mais os princípios de Deus. Gerando uma espécie de seleção natural onde é pregado que somos imagem e semelhança de Deus mas no entanto se torna um monte de macacos brigando pela banana. As pessoas se tornam cegas e acatam todas as coisas que os líderes mandam e sem perceberem acabam como zumbis em busca de “Honra”. Encantados e doutrinados pelo carisma do Apóstolo. Os lideres bajulam os discípulos que são mais prósperos e os que estão ganhando mais vidas. Muitos trabalham como pastores em células e não ganham um centavo pois o dinheiro vai todo para tesouraria da igreja.
Para terminar este é um desabafo de uma pessoa que vivenciou tudo isso, estamos na igreja para falarmos de Deus e não para ganharmos poder ou um cargo na igreja. Um conselho para quem leu é que mesmo seguindo os preceitos de Deus que esta na bíblia jamais perca o seu pensamento crítico, não se deixe manipular por tolos que dizem ser instrumento de Deus, que na verdade são lobos. Não se deixe ser tratado como um animal com cabrestos, mas tenha visão aberta.
Enviado por email por um leitor anônimo.
A Visão Celular em sí tem uma proposta muito bonita, pois segue os princípios da igreja primitiva de Atos, onde buscava criar verdadeiramente o corpo de cristo, havia princípios de ensinamentos e submissão entre líder e discípulo. No entanto muito mais que dinheiro gerou-se uma luta desenfreada por Poder onde princípios são invertidos a igreja que deveria ser a casa de Deus virou “A Empresa do Reino de Deus”. Onde Apóstolos afirmam que a igreja é uma empresa, mas o lucro são as vida$ salvas.
A Política e a Malícia entrou na igreja, conflitos de poder e falsidade. Quando se entra pela primeira vez na igreja é recebido com sorrisos e orações, depois é inserido no ganhar, consolidar, discipular e enviar… que esta mais relacionado com escravidão do que qualquer outra coisa.
E como o formato de toda empresa as pessoas querem subir de cargo, para isso queimam umas as outras e pisam umas nas outras, competem para ver quem é mais santo ou segue mais os princípios de Deus. Gerando uma espécie de seleção natural onde é pregado que somos imagem e semelhança de Deus mas no entanto se torna um monte de macacos brigando pela banana. As pessoas se tornam cegas e acatam todas as coisas que os líderes mandam e sem perceberem acabam como zumbis em busca de “Honra”. Encantados e doutrinados pelo carisma do Apóstolo. Os lideres bajulam os discípulos que são mais prósperos e os que estão ganhando mais vidas. Muitos trabalham como pastores em células e não ganham um centavo pois o dinheiro vai todo para tesouraria da igreja.
Para terminar este é um desabafo de uma pessoa que vivenciou tudo isso, estamos na igreja para falarmos de Deus e não para ganharmos poder ou um cargo na igreja. Um conselho para quem leu é que mesmo seguindo os preceitos de Deus que esta na bíblia jamais perca o seu pensamento crítico, não se deixe manipular por tolos que dizem ser instrumento de Deus, que na verdade são lobos. Não se deixe ser tratado como um animal com cabrestos, mas tenha visão aberta.
Enviado por email por um leitor anônimo.
Mercantilismo santo
João 12.35-43
Este texto nasceu da necessidade que sinto no meio da igreja de Cristo, de que se pregue o verdadeiro evangelho, de forma humilde e clara, deixando que a conversão do pecador seja um ato exclusivo do Espírito Santo.Vivemos em dias que o Evangelho é apenas apresentado, por muitas vezes, como um produto, em prateleiras de destaque, para que o maior número possível de pessoas o “comprem”.
Pregadores usam de técnicas persuasivas para “convencer” pessoas a “aceitarem a Jesus”. Isto vem causando muitos transtornos no meio da igreja de Cristo. (Jo 7.18)Em primeiro lugar, estão as emoções falsas. Quero deixar claro que não sou contra emoção na pregação, e sim contra o emocionalismo. Não sou contra a persuasão fervorosa, movida pelo Espírito Santo, e sim contra as técnicas persuasivas, movidas por mentes humanas, que levam um homem a mudar de opinião (Rm 1.18). Paulo chorava, quando exortava. Uma atitude magnífica! Sobre isso, diz John White: “Que haja lágrimas e não os que ‘arrancam lágrimas’; que haja persuasão e não técnicas persuasivas. Porém, na pregação, prefiro mais um pregador que chora e uma congregação de olhos enxutos do que o contrário!” É bem verdade que no meio destes persuadidos, pode haver um escolhido de Deus sendo degenerado, mas estou certo de que a maioria absoluta desses casos resulta em uma “lavagem cerebral” evangelística (Rm 1.25). Não quero com isso dizer que devemos deixar de lado as conversões, ou ficarmos isentos de preocupação com a falta delas. Devemos sim, nos preocupar, mas é necessário que tais conversões sejam genuínas (Ef 4.17).
Em segundo lugar, há um grande perigo nessas ‘manipulações psicológicas”. São as conversões abortivas. É, de certa forma, comum hoje vermos várias pessoas “aceitando a Jesus” e pouco tempo depois apostatando da fé. A culpa dessa reação final é de quem? Para analisarmos essa questão, é necessário responder primeiro a outra pergunta. Teria sido esta conversão genuína? É comum transferirmos a responsabilidade por essas “apostasias” a um ato demoníaco, que fez com que a pessoa “deixasse” o caminho da verdade. Mas não seria possível que tal conversão nunca tenha realmente acontecido? Existe diferença entre as alterações emocionais de uma conversão espiritual, gerada pela aço de Deus, e uma “conversão” puramente psicológica, resultado de um técnica empregada. White relata que os chineses comunistas empregavam estas técnicas, que chamaram de “doutrinamento”. Eles organizavam grandes concentrações com testemunhos pessoais, coros, oradores “dinâmicos”, apelos e obreiros pessoais, induzindo o povo ao que eles queriam. Devemos primar pelo evangelho simples, que convence pela ação do Espírito Santo o pecador de seu pecado, em detrimento dos “modismo” no meio da igreja. (Ef 4.25)
Em terceiro lugar, falo dos “benefícios” desse “produto”. Sabemos que o elemento principal do mundo, hoje, não é o astronauta com suas possíveis viagens interplanetárias, nem o cientista, com suas descobertas; e sim o vendedor, que com técnicas, convence o “cliente” de que seu produto é exatamente o que a pessoa precisa. O fato é que muitos dos “clientes” se vêem enganados no final. Pregadores apresentam os “benefícios” do evangelho, tais como: as bênçãos de Deus, a prosperidade, a cura de doenças, uma vida sem problemas, uma vida de total vitória material sobre os ímpios, etc. Através de “campanhas” e de “alavancas de fé”, muitos são levados a crer num evangelho materialista (II Tm 4.4). Com isso, tais pessoas “amam mais a aprovação dos homens, do que a de Deus” (Jo 12.43)
Urge o mundo de um avivamento genuíno do Evangelho de Cristo, aniquilando estas distorções e enfatizando a obra remidora do Senhor Jesus e a exclusividade no convencimento do pecado por parte do Espírito Santo. Recrudesçamos nosso clamor a Deus, então, por este avivamento.Aos meus possíveis acusadores, faço minha as palavras do Apóstolo Paulo em Gálatas 4.16: “Tornei-me acaso vosso inimigo, porque vos disse a verdade?” E a todos vocês que ouvem esta palavra, “antes, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo”. (Efésios 4:15)
Fonte: http://www.ejesus.com.br/
Este texto nasceu da necessidade que sinto no meio da igreja de Cristo, de que se pregue o verdadeiro evangelho, de forma humilde e clara, deixando que a conversão do pecador seja um ato exclusivo do Espírito Santo.Vivemos em dias que o Evangelho é apenas apresentado, por muitas vezes, como um produto, em prateleiras de destaque, para que o maior número possível de pessoas o “comprem”.
Pregadores usam de técnicas persuasivas para “convencer” pessoas a “aceitarem a Jesus”. Isto vem causando muitos transtornos no meio da igreja de Cristo. (Jo 7.18)Em primeiro lugar, estão as emoções falsas. Quero deixar claro que não sou contra emoção na pregação, e sim contra o emocionalismo. Não sou contra a persuasão fervorosa, movida pelo Espírito Santo, e sim contra as técnicas persuasivas, movidas por mentes humanas, que levam um homem a mudar de opinião (Rm 1.18). Paulo chorava, quando exortava. Uma atitude magnífica! Sobre isso, diz John White: “Que haja lágrimas e não os que ‘arrancam lágrimas’; que haja persuasão e não técnicas persuasivas. Porém, na pregação, prefiro mais um pregador que chora e uma congregação de olhos enxutos do que o contrário!” É bem verdade que no meio destes persuadidos, pode haver um escolhido de Deus sendo degenerado, mas estou certo de que a maioria absoluta desses casos resulta em uma “lavagem cerebral” evangelística (Rm 1.25). Não quero com isso dizer que devemos deixar de lado as conversões, ou ficarmos isentos de preocupação com a falta delas. Devemos sim, nos preocupar, mas é necessário que tais conversões sejam genuínas (Ef 4.17).
Em segundo lugar, há um grande perigo nessas ‘manipulações psicológicas”. São as conversões abortivas. É, de certa forma, comum hoje vermos várias pessoas “aceitando a Jesus” e pouco tempo depois apostatando da fé. A culpa dessa reação final é de quem? Para analisarmos essa questão, é necessário responder primeiro a outra pergunta. Teria sido esta conversão genuína? É comum transferirmos a responsabilidade por essas “apostasias” a um ato demoníaco, que fez com que a pessoa “deixasse” o caminho da verdade. Mas não seria possível que tal conversão nunca tenha realmente acontecido? Existe diferença entre as alterações emocionais de uma conversão espiritual, gerada pela aço de Deus, e uma “conversão” puramente psicológica, resultado de um técnica empregada. White relata que os chineses comunistas empregavam estas técnicas, que chamaram de “doutrinamento”. Eles organizavam grandes concentrações com testemunhos pessoais, coros, oradores “dinâmicos”, apelos e obreiros pessoais, induzindo o povo ao que eles queriam. Devemos primar pelo evangelho simples, que convence pela ação do Espírito Santo o pecador de seu pecado, em detrimento dos “modismo” no meio da igreja. (Ef 4.25)
Em terceiro lugar, falo dos “benefícios” desse “produto”. Sabemos que o elemento principal do mundo, hoje, não é o astronauta com suas possíveis viagens interplanetárias, nem o cientista, com suas descobertas; e sim o vendedor, que com técnicas, convence o “cliente” de que seu produto é exatamente o que a pessoa precisa. O fato é que muitos dos “clientes” se vêem enganados no final. Pregadores apresentam os “benefícios” do evangelho, tais como: as bênçãos de Deus, a prosperidade, a cura de doenças, uma vida sem problemas, uma vida de total vitória material sobre os ímpios, etc. Através de “campanhas” e de “alavancas de fé”, muitos são levados a crer num evangelho materialista (II Tm 4.4). Com isso, tais pessoas “amam mais a aprovação dos homens, do que a de Deus” (Jo 12.43)
Urge o mundo de um avivamento genuíno do Evangelho de Cristo, aniquilando estas distorções e enfatizando a obra remidora do Senhor Jesus e a exclusividade no convencimento do pecado por parte do Espírito Santo. Recrudesçamos nosso clamor a Deus, então, por este avivamento.Aos meus possíveis acusadores, faço minha as palavras do Apóstolo Paulo em Gálatas 4.16: “Tornei-me acaso vosso inimigo, porque vos disse a verdade?” E a todos vocês que ouvem esta palavra, “antes, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo”. (Efésios 4:15)
Fonte: http://www.ejesus.com.br/
Adoradores de Pastores

São verdadeiros idólatras camuflados dentro das igrejas
Estão em volta de homens falhos adorando-os como deuses
Não se cansam de vangloriá-los crendo estar agradando a Deus
Vivem a construir pequenos altares para seus pastores
Obedecem a esses homens antes mesmo de obedecer ao Deus Todo Poderoso
São verdadeiros analfabetos bíblicos
Conhecem mais da vida de seus pastores do que da Palavra de Deus
Ao invés de olhar para o alvo que é Cristo, olham para seus pastores
Se esses pastores caírem certamente correrão o risco de caírem também
Quando esses mudarem de igreja irão com eles, sem dúvida
São verdadeiros lobos em pele de ovelha
Por desprezarem a Palavra de Deus
Por darem ouvidos ao deus deste século
Por negligenciarem a Verdade
Por assumirem o risco do engano….
Cada um dará contas de sim mesmo
A Bíblia está aí para todo aquele que se diz cristão conhecê-la
O tempo da escuridão já passou e o véu se rasgou
Hoje temos livre acesso…
Pense e reflita….
Fonte: Libertos do Opressor
domingo, 29 de maio de 2011
O FUTURO DA FAMILIA
O FUTURO DA FAMILIA
Nossa sociedade é marcada pela licenciosidade e pelo descompromisso com os valores cristãos. O mundo contemporâneo está mergulhado em profunda imoralidade. A psicóloga Margarida Félix afirmou que "a civilização do orgasmo que se nos impõem por todos os lados é falsa, anti-humana, geradora de mortes, doenças, infelicidades e frustrações. Ela é imposta para atender as ganas de poder e lucro de grupos bem ocultos e poderosíssimos." (Ultimato, nº 280, pág. 20). É lamentável que pessoas inescrupulosas queiram auferir lucros às custas da perda de valores da família.
Como a Igreja reagirá para proteger a família cristã? De que forma as famílias podem se precaver para enfrentarem e serem vencedoras deste mundo? Vamos verificar estes desafios da família cristã moderna e buscar um crescimento espiritual condigno.
Perfil da família do futuro
As mudanças sociais implementadas nos últimos anos apontam para novas realidades da família do futuro. Com certeza a família de amanhã não será mais a mesma. Ela evidenciará novos jeitos de ser e novos formatos que são fruto destes tempos apressados em que vivemos.
a) Na família do futuro o tempo de convivência será cada vez mais curto - Seguindo-se esta tendência encontrada hoje nas famílias, onde a correria e a superficialidade são marcas muito fortes, vislumbramos uma vida familiar futura em que não haverá muito mais tempo para a convivência. Cada membro da família terá sido de tal forma absorvido pelo mundo presente com seus envolvimentos e suas cobranças, e privilegiará de tal maneira estas investidas de fora, que sobrará pouco tempo para convivência com os demais integrantes da família. Nesta linha de atuação, perceber-se a opção pelas situações mais imediatas da vida, que facilitam a sobrevivência física: emprego, salário, educação, relacionamentos sociais. Mas esta troca do importante pelo urgente é altamente nociva, pois geradora de instabilidades emocionais que só se satisfazem por meio de sentimentos que apenas a família pode oferecer de forma correta: amor, companheirismo, proteção, carinho, espiritualidade.
b) Na família do futuro o número de filhos será cada vez menor - Por conta da pressa do mundo atual e futuro, e, em função de um certo egoísmo que se instalou numa sociedade que perdeu o referencial da paternidade e da maternidade, "filho" passou a ser sinônimo de trabalho, atrapalho, prejuízo, "dor de cabeça". Assim sendo, as famílias optarão por ter apenas um filho e, em muitos casos, nenhum, pois estarão voltadas mais para o casal, sua relação, seu trabalho, seu prazer. Esta visão errônea do que representa um filho na vida de um casal, será mais um elemento diabólico a fomentar relacionamentos superficiais e descartáveis, provocando separações e uma sociedade estéril de valores e princípios cristãos. Obviamente, quem abrir mão de filhos, por conta dos possíveis desgastes pessoais que eles possam trazer, também está abrindo mão de uma das maiores bênçãos dotadas ao ser humano por Deus que é a de acalentar no filho o sonho da esperança e da continuidade. Fazer dele, o objeto de todo amor e carinho, de todos os sonhos e ideais mais nobres que se possa ter neste mundo. Ou seja, famílias sem filhos são incubadoras de desastres emocionais e mentais. As frustrações vêm mais tarde, quando o tempo, inexorável tempo, não mais pode ser recuperado.
c) Na família do futuro a espiritualidade será servida à conta-gotas - Se já está difícil a vivência da espiritualidade no lar hoje, em função de todas as pressões internas e externas que provocam o seu afastamento, na família do futuro tal dificuldade será sobremodo elevada. Como os efeitos da prática da espiritualidade não são tangíveis, como o mundo materialista e consumista quer suas atuações, a prática de uma vida piedosa no lar, vai sendo esquecida, adiada sine die, e quando menos se percebe, está totalmente abolida da vida cotidiana. O mundo contemporâneo quer o lucro, o progresso. Quer mensurar com cifras, estoques, resultados, os efeitos de seu trabalho. A espiritualidade é perfeitamente perceptível, mas de forma discreta, muitas vezes insinuante, nos gestos, nas palavras, nas orações. O frenesi do mundo moderno provoca o agito e a perturbação e muitos se deixam levar por esta onda. Menos culto doméstico, menos leitura bíblica, menos oração, menos amor e menos comunhão. Os membros da família do futuro não encontrarão tempo para a espiritualidade e utilizarão do recurso da aplicação tópica de gotas de espiritualidade para apenas sobreviver.
Vencendo o mundo com as armas da fé
Poderíamos falar sobre muitas outras tendências que, infelizmente, demarcam a família do futuro; mas, a grande questão que se nos apresenta, é: Será que tem que ser assim? Estamos fadados a experimentar o fracasso da família? É claro que podemos reagir. Quando analisamos a família nestes estudos, procuramos mostrar uma tendência perceptível na sociedade secularizada, que de maneira mais atuante do que desejaríamos afeta a família cristã, mas que não precisa ser assimilada de forma passiva, sem qualquer esboço de reação.
Embora a família, no contexto que chamamos de mundano, tenderá, cada vez mais, a se afastar do propósito original do Criador; o povo de Deus deve reagir vivendo um padrão familiar digno, honesto, puro; com respeito, amor, carinho e compreensão; e dar a resposta que o mundo precisa ouvir: É possível a família! Este é um empreendimento divino que permanecerá. Que respostas da fé podemos dar a todas as investidas de Satanás para destruir a família?
a) Crendo que o Senhor é quem dá sustentação à família - Como disse Salomão: "Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam" (Sl 127.1). A família deve ter cuidado com as armadilhas destes dias em que vivemos, que procuram lhe roubar o tempo da espiritualidade, da comunhão, da piedade cristã e da devoção. Reagir contra estas tendências é criar possibilidade de deixar um legado de fé para as gerações vindouras e é isto que Deus espera de nós (Sl 78.5-7). A dependência de Deus deve ser buscada continuamente e isso se dá de forma prática no cotidiano da vida.
b) Reconhecendo que filhos são bênçãos de Deus - O crente precisa ter a visão de que filhos são bênçãos e não maldição. Lamentavelmente, pela forma com que muitos pais se relacionam com seus filhos, percebe-se uma grande insatisfação no cumprimento deste papel social. Percebe-se que está sendo pesado, desgastante, difícil de suportar. Se isto estiver ocorrendo com você, busque forças em Deus e supere. Marido e mulher devem ser parceiros na criação de filhos. Ambos devem se apoiar mutuamente para que haja harmonia. Lembre-se do que a Palavra de Deus diz: "Os filhos são herança do Senhor" (Sl 127.3). Em função disto, a recomendação que se segue é para se ter muitos filhos (Sl 127.5). Talvez o mundo moderno, tais as injunções sócio-econômicas, não permita isto; mas saiba que todos os filhos que você tiver, próprios ou adotivos, com fé e dependência de Deus, serão formados para abençoar o mundo.
c) Vivendo uma vida de temor a Deus - Nossa sociedade perdeu o sentido da vida e o seu valor. Com isto, perdeu certos medos. Perdeu o respeito às instituições, perdeu a dignidade. Perdeu até o medo da morte. Vive-se como se pode e arrasta-se por esta vida como dá. Para muitos, Deus já foi descartado há tempos. Mas, para nós cristãos, o valor da vida, segue o padrão do valor que damos a Deus. Daí a necessidade que temos de viver como pessoas "tementes a Deus", ou seja, pessoas que põem no Senhor a sua confiança, que o amam e têm como objetivo de vida agradá-lo, honrá-lo em todos os seus procedimentos. Neste padrão de vida, somos abençoados. E esta é outra arma poderosa para vencer este mundo presente: o temor do Senhor, como nos diz o Salmo 128: "Bem-aventurado aquele que teme ao Senhor e anda nos seus caminhos."
Céu e terra passam, mas a família continua
Alguns pessimistas são pregoeiros de que o futuro da família é a sua desintegração, a nulidade de sua existência, deixando de ter qualquer relevância para a humanidade do amanhã. Este, de fato, seria um mundo sombrio. Mas, enquanto houver um ser vivente temente a Deus na face da terra haverá esperança, inclusive para a família.
Podemos parafrasear Mateus 24.35, e dizer que "o céu e a terra passarão, mas a família jamais passará". Como isso se daria, já que as perspectivas não são das melhores? Como confrontar isto com alguns ensinamentos bíblicos sobre a inexistência de laços familiares no Céu? Interessante que muitos crentes se perguntam se encontrarão os entes queridos no Céu. Querem ter a certeza de que vão reencontrar os seus, nas mansões celestiais.
De fato, Jesus deixou algumas instruções sobre isto. Respondendo a uns saduceus, que não criam na ressurreição dos mortos e vieram até ele para o interrogar sobre de quem seria mulher no céu, uma que havia casado com sete irmãos. Ao que Jesus disse: "Errais, não conhecendo as Escrituras, nem o poder de Deus. Na ressurreição nem casam nem são dados em casamento; serão como os anjos de Deus no céu" (Mt 22.29,30; cf. Lc 20.34,35). Sim, há uma instrução bem clara de que não haverá nenhum tipo de relacionamento sexual ou conjugal no céu.
Além disso, se o céu não é lugar de lágrimas, choro, sofrer, ranger de dentes (Ap 7.17; 21.4). Se a carne e o sangue não herdarão o Reino dos Céus (1Co 15.50), não tem sentido pensar em certas lembranças e certas recordações que possam trazer algum tipo de desgosto. Se houver lugar para recordações terrenas nos céus, será somente para as boas, nunca para algo que venha a trazer sofrimento.
Que família, então, permanecerá? Será a família, maximizada, transformada, restaurada. A família transposta de sua realidade terrenal, para aquela divina, celeste. Conquanto seja prenhe de significados e valores, a família sofre das limitações da materialidade. O seu conceito ainda que belo, profundo; anda desgastado neste mundo, e a família precisa ser redefinida, recriada, em Cristo Jesus. Essa família que é formada em Cristo, que foi resgatada pelo sangue precioso derramado na cruz do Calvário, essa nunca morrerá. Permanece para sempre.
O Apóstolo Paulo desenvolve esta idéia na oração que faz em favor dos efésios: "Por causa disto me ponho de joelhos perante o Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, do qual toda a família nos céus e na terra toma o nome" (Ef 3.14-21). Deus reúne os salvos junto de si e forma uma grande família espiritual. O Apóstolo Pedro sintetiza estas idéias nas seguintes expressões: "geração eleita", "sacerdócio real", "nação santa" e "povo adquirido" (1Pe 2.9). Ainda Paulo, usa as expressões: "família da fé", quando escreve aos gálatas (6.10) e "concidadãos dos santos" e "família de Deus" aos efésios (2.19).
Essa família maior, formado dos salvos, dos redimidos, ela permanece para sempre. Se é assim, podemos e devemos lutar pela salvação de nossos familiares e procurar reproduzir em nosso lar aqui na terra, os valores e as experiências mais prazerosas do pertencer a família de Deus.
Aplicações para a vida
Depois destes estudos intensos sobre a família, peçamos à Deus que, objetivamente, nos ajude a trabalhar para o fortalecimento de nossas famílias. De modo prático, o que podemos fazer para a melhoria da qualidade de vida familiar? Vejamos:
1ª) Esteja mais presente em casa, com seu cônjuge e seus filhos - Invista tempo naquilo que de melhor você tem que é a sua família. Talvez, por conta deste mundo frenético em que vivemos, você tenha se descuidado da atenção que deve devotar para os seus. Dê um tempo em sua correria e pare mais em casa, para ter momentos especiais com os seus familiares.
2ª) Dê mais carinho ao seu cônjuge e a seus filhos - Qual foi a última vez que você deu um beijo espontâneo, gratuito, em seu cônjuge, pais ou filhos? Se suas demonstrações de afeto e carinho estão muito escassas e estéreis, reative seus sentimentos e multiplique incontavelmente essas demonstrações para que todos os seus se sintam amados.
3ª) Leia mais a Bíblia com seu cônjuge e seus filhos - Se você não consegue fazer um programa sistemático de leitura bíblica, seja esporádico, mas sempre que lembrar e estiver com todos em casa, tome da Bíblia e convoque a todos para uma leitura e reflexão. Mostre o valor da Palavra para os seus. Vença todos os inimigos que afastam a leitura bíblica de seu lar.
4ª) Ore mais com e pelo seu cônjuge e seus filhos - Submeta sempre sua família aos pés da cruz. Seja um intercessor constante por sua família. Além disso ore com todos e por todos. Ore, também com cada um. Na sala, no quarto, ao dormir, ao fazer uma refeição. Ore sempre, mesmo que inusitadamente. Mostre para os seus familiares que a fé é sua força para vencer este mundo (1Jo 5.4,5).
Família 13 - O Futuro Da Família, publicado por Josué Ebenézer de Sousa Soares
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